O segundo fim de semana de Supergirl confirmou o que a estreia já indicava: a aposta da DC Studios em Milly Alcock está longe de repetir o fôlego de Superman. Entre 3 e 5 de julho, o filme faturou cerca de US$ 9,6 milhões nos Estados Unidos e outros US$ 9,4 milhões no exterior, uma queda de 74% sobre a abertura doméstica, que ficou em torno de US$ 37 milhões.
Com isso, o acumulado global passou de US$ 100 milhões, segundo os números divulgados na imprensa especializada. É pouco para uma produção que teria custado cerca de US$ 170 milhões, fora a verba de divulgação, estimada em outros US$ 120 milhões. Pelas contas reportadas, o filme precisaria de algo perto de US$ 300 milhões em bilheteria para empatar.
Comparação incômoda
Uma queda de 74% coloca o longa na companhia de fracassos recentes do gênero. Reportagens lembram que As Marvels caiu 78% e Coringa: Delírio a Dois, 81%, em seus segundos fins de semana. A nota B- do público no CinemaScore, registrada na estreia, já sugeria boca a boca fraco.
No ranking mundial do período, Supergirl ficou em quarto lugar, atrás de Minions & Monstros, Toy Story 5 e Young Washington, ou seja, perdeu para animações e um drama histórico, não para outros super-heróis.
O que diz a DC
O co-CEO da DC Studios, Peter Safran, reconheceu que o resultado ficou abaixo do esperado, mas afirmou que o filme é "apenas uma peça" de uma estratégia de longo prazo. Milly Alcock, que vive Kara Zor-El sob direção de Craig Gillespie, segue confirmada na sequência de Superman.
E no Brasil?
O filme está em cartaz nos cinemas brasileiros desde a estreia de junho. Os números nacionais do segundo fim de semana não foram confirmados nas fontes consultadas.



