Cara-de-Barro (Clayface) abriu na liderança da bilheteria norte-americana no fim de semana de 23 a 25 de outubro, com algo entre US$ 24 milhões e US$ 24,5 milhões, dependendo da estimativa. O número é de domingo e pode mudar um pouco quando os dados finais saírem. O filme da DC Studios foi exibido em 3.458 cinemas.
Quanto rendeu no mundo
Fora dos Estados Unidos e do Canadá, o longa somou cerca de US$ 19 milhões, o que leva a estreia global a aproximadamente US$ 43 milhões. O orçamento reportado é de US$ 44 milhões, ou seja, a abertura já chega perto de cobrir o custo de produção, sem contar marketing.
Abaixo da projeção
O resultado ficou aquém do que a Warner Bros. esperava. Segundo a Fortune, o estúdio trabalhava com uma estreia entre US$ 25 milhões e US$ 30 milhões nos EUA. Na sexta-feira, o filme havia arrecadado cerca de US$ 9,5 milhões, incluindo US$ 3,5 milhões das sessões de pré-estreia de quinta, de acordo com a projeção divulgada pelo Deadline.
Por outro lado, o público gostou: o filme recebeu nota A- no CinemaScore, pesquisa feita com quem sai da sessão, e a Omelete registra que James Gunn celebrou a recepção positiva da plateia. Em vez de um blockbuster de super-heróis, o longa é um terror corporal ambientado no universo do Batman, o que ajuda a explicar a expectativa mais contida.
Quase perdeu a liderança
A vitória não foi tranquila. O documentário Tudo Pode Ser Visto, da A24, fez US$ 19,5 milhões em seu segundo fim de semana e ficou na segunda posição, a menos de US$ 5 milhões do primeiro colocado. Wildwood, da Laika, estreou em terceiro com cerca de US$ 11,6 milhões, e Street Fighter caiu para a quarta posição.
E no Brasil
O filme estreou nos cinemas brasileiros na quinta-feira (22) e liderou as vendas no Ingresso.com no período de quinta a domingo. Os números oficiais de público e renda no Brasil não estavam disponíveis nas fontes consultadas até a publicação desta matéria.
No total, os cinemas norte-americanos arrecadaram cerca de US$ 94,9 milhões no fim de semana, alta de quase 22% em relação ao mesmo período de 2025.


